sábado, 10 de julho de 2010
Eu não consigo
Simplesmente não sei mais como fazer, como mostrar, como te fazer sentir, como te fazer enxergar tudo o que sinto por você. Tudo o que meu pobre e desesperado coração sente, e quer mostrar a você, mas não sei como fazer isso. Sabe o quanto é frustrante não conseguir te dizer o quanto te amo? E então, começo a pensar em maneiras para alcançar esse objetivo, e quanto mais eu penso, mais confusa eu fico. A insegurança, o medo de que você não veja isso, e o medo de que você não me queira dessa forma, batem à porta do meu eu, incessável e constantemente. Você pede que eu não fique assim, mas não consigo resistir. Cada minuto longe de você é como se faltasse algo em mim, cada hora sem você é uma tragédia... Em palavras, eu não sei mais expressar tudo o que sinto. Por mais que eu me esforce, nunca vou conseguir expor em reles palavras, esse sentimento todo que carrego comigo. Só por favor, por favor... Não deixe que eu caia novamente, pois não sei se eu conseguiria levantar mais uma vez.
sexta-feira, 9 de julho de 2010
Esqueça-me
- E estou falando sério. - disse uma eu completamente desvairada - Você me traiu. Que raio de amiga é você? - As lágrimas vinham com rapidez e facilidade.
- Não fiz por mal... Não pensei que fosse tão importante assim! - Ela também chorava.
- Você não deve sair explanando por aí o que eu te conto! Escuta aqui, eu confiei em você. - eu disse apontando para o rosto dela - E o que você me deu em retribuição? Uma facada no meio das costas? - dei as costas a ela e comecei a andar de um lado ao outro, tentando reprimir a fúria que em mim existia.
- Olha pra mim, eu não tive intenção de te fazer mal, por favor, acredita em mim... - ela disse, a voz falhando enquanto segurava minha mão, e no mesmo instante me soltei do aperto dela.
- NÃO! PENSEI QUE PUDESSE CONFIAR EM VOCÊ, PENSEI QUE VOCÊ PUDESSE SER DE UM TUDO, MENOS DESLEAL COMIGO, ACABOU.
A deixei sozinha naquela pracinha em que tantas vezes nós andamos de balanço e conversamos sem ter noção do tempo que transcorria, enquanto vivíamos nossos momentos nostálgicos, pensando em como fomos amigas desde aquele primeiro dia na escola. Eu estava sozinha, e você? Rodeada pelas outras crianças da escola. Você abriu mão de todos aqueles por mim. E agora, estou voltando pra casa sozinha. Da mesma forma em que cheguei na escola, naquele primeiro dia. Não vou dizer que não sentirei sua falta, porque você foi minha companheira durante 10 anos. Sei que não vou suportar a incerteza que você representará. Posso te perdoar, mas não vou mais conseguir confiar em você, como um dia eu já confiei.
- Não fiz por mal... Não pensei que fosse tão importante assim! - Ela também chorava.
- Você não deve sair explanando por aí o que eu te conto! Escuta aqui, eu confiei em você. - eu disse apontando para o rosto dela - E o que você me deu em retribuição? Uma facada no meio das costas? - dei as costas a ela e comecei a andar de um lado ao outro, tentando reprimir a fúria que em mim existia.
- Olha pra mim, eu não tive intenção de te fazer mal, por favor, acredita em mim... - ela disse, a voz falhando enquanto segurava minha mão, e no mesmo instante me soltei do aperto dela.
- NÃO! PENSEI QUE PUDESSE CONFIAR EM VOCÊ, PENSEI QUE VOCÊ PUDESSE SER DE UM TUDO, MENOS DESLEAL COMIGO, ACABOU.
A deixei sozinha naquela pracinha em que tantas vezes nós andamos de balanço e conversamos sem ter noção do tempo que transcorria, enquanto vivíamos nossos momentos nostálgicos, pensando em como fomos amigas desde aquele primeiro dia na escola. Eu estava sozinha, e você? Rodeada pelas outras crianças da escola. Você abriu mão de todos aqueles por mim. E agora, estou voltando pra casa sozinha. Da mesma forma em que cheguei na escola, naquele primeiro dia. Não vou dizer que não sentirei sua falta, porque você foi minha companheira durante 10 anos. Sei que não vou suportar a incerteza que você representará. Posso te perdoar, mas não vou mais conseguir confiar em você, como um dia eu já confiei.
quarta-feira, 7 de julho de 2010
Para com isso
- Eu já disse que não vou mais falar com ela. - falei já perdendo a calma.
- Mas ela te gosta tanto, pequeno...
Olhei nos olhos dela. Ela é minha melhor amiga, minha companheira. Mas tem dias em que ela se torna insuportavelmente irritante. Coisinha pequena e chata. E é a melhor amiga dela, também.
- Não vou impor minha presença a ela - eu disse, abaixando a cabeça.
- E quem disse que ela não quer tua presença? - ela pôs a mão no meu queixo e levantou meu rosto - Ela te ama. Sabe o quanto é cansativo eu ouvir ela dizer o quanto te ama? E sabe como é cansativo te ver choramingando por ela?
- Mas, mas.. - a umidade em meus olhos começou a extravasar.
- Viu? Eu disse. Vai falar com ela. - me puxou pelas mãos, me fez ficar em pé. Foi me empurrando para fora da sala de aula.
- Cara, eu te odeio, não vou falar com ela. - quando chegamos na porta da sala, ela estava ali, escorada na parede. Minha melhor apertou minha cintura com as unhas. - AI MEU! - e com isso, acabei chamando a atenção daquela menina... Que tem sido a minha vida, até que brigamos porque eu fiquei com ciúme de um garoto apaixonado por ela.
- Ahh, oi.. - ela disse assim que me viu, o rubor subindo ao rosto dela assim que ela pronunciou as palavras. Minha melhor me largou na hora e levou a menina que estava com a minha vida, a puxando pela mão.
- Olha, desculpa
- Olha, desculpa - falamos ao mesmo tempo e rimos em seguida.
- Perdão. Eu não sei o que me deu, eu... Só tive tanto medo de te perder, daquele outro garoto ser melhor que eu e você acabar preferindo ele a mim. - respirei fundo, tentando me conter e não voltar a chorar - só por favor... Não diga que não sou mais o bastante para você. - não aguentei, elas desceram pelo meu rosto, e logo senti a pequena mão dela em meu rosto, secando levemente as lágrimas que eu não queria que estivessem ali. Ela segurou minhas mãos, ficou na pontinha dos pés e encostou suavemente seus lábios nos meus.
- Psiiu, não fala isso. Sabes que eu vou sempre ser tua... Como você sempre será meu. Não é mais algo que consigamos escolher, entende? Tão simples quanto respirar, e precisamos um do outro como...Como precisamos da luz do sol, do calor. Nosso amor é inevitável.
E com isso, eu chorei mais ainda, mas agora a peguei em um abraço de urso, como se com isso eu conseguisse deixar ela colada em mim, para que nunca mais nos soltássemos. Ela sorriu, eu disse ao ouvido dela "eu te amo". Minha melhor? Ficou na escada da escola, observando tudo sem que percebêssemos, e com o sorriso que ela exaltava, vi que ela se sentia muito satisfeita, vendo seus dois melhores amigos, unidos novamente. Agora, para sempre.
- Mas ela te gosta tanto, pequeno...
Olhei nos olhos dela. Ela é minha melhor amiga, minha companheira. Mas tem dias em que ela se torna insuportavelmente irritante. Coisinha pequena e chata. E é a melhor amiga dela, também.
- Não vou impor minha presença a ela - eu disse, abaixando a cabeça.
- E quem disse que ela não quer tua presença? - ela pôs a mão no meu queixo e levantou meu rosto - Ela te ama. Sabe o quanto é cansativo eu ouvir ela dizer o quanto te ama? E sabe como é cansativo te ver choramingando por ela?
- Mas, mas.. - a umidade em meus olhos começou a extravasar.
- Viu? Eu disse. Vai falar com ela. - me puxou pelas mãos, me fez ficar em pé. Foi me empurrando para fora da sala de aula.
- Cara, eu te odeio, não vou falar com ela. - quando chegamos na porta da sala, ela estava ali, escorada na parede. Minha melhor apertou minha cintura com as unhas. - AI MEU! - e com isso, acabei chamando a atenção daquela menina... Que tem sido a minha vida, até que brigamos porque eu fiquei com ciúme de um garoto apaixonado por ela.
- Ahh, oi.. - ela disse assim que me viu, o rubor subindo ao rosto dela assim que ela pronunciou as palavras. Minha melhor me largou na hora e levou a menina que estava com a minha vida, a puxando pela mão.
- Olha, desculpa
- Olha, desculpa - falamos ao mesmo tempo e rimos em seguida.
- Perdão. Eu não sei o que me deu, eu... Só tive tanto medo de te perder, daquele outro garoto ser melhor que eu e você acabar preferindo ele a mim. - respirei fundo, tentando me conter e não voltar a chorar - só por favor... Não diga que não sou mais o bastante para você. - não aguentei, elas desceram pelo meu rosto, e logo senti a pequena mão dela em meu rosto, secando levemente as lágrimas que eu não queria que estivessem ali. Ela segurou minhas mãos, ficou na pontinha dos pés e encostou suavemente seus lábios nos meus.
- Psiiu, não fala isso. Sabes que eu vou sempre ser tua... Como você sempre será meu. Não é mais algo que consigamos escolher, entende? Tão simples quanto respirar, e precisamos um do outro como...Como precisamos da luz do sol, do calor. Nosso amor é inevitável.
E com isso, eu chorei mais ainda, mas agora a peguei em um abraço de urso, como se com isso eu conseguisse deixar ela colada em mim, para que nunca mais nos soltássemos. Ela sorriu, eu disse ao ouvido dela "eu te amo". Minha melhor? Ficou na escada da escola, observando tudo sem que percebêssemos, e com o sorriso que ela exaltava, vi que ela se sentia muito satisfeita, vendo seus dois melhores amigos, unidos novamente. Agora, para sempre.
sexta-feira, 2 de julho de 2010
Já são mais de...
Oito horas da noite. E ele sequer me telefonou. Não aparece desde ontem, eu já estou preocupada. Será que algo aconteceu a ele? Ou será que ele sumiu assim por minha culpa? Total e exclusivamente minha culpa? Fiquei com o telefone na mão o dia inteiro, esperando aquele telefonema... E nada. Resolvi então ligar, eu precisava ouvir a voz dele, saber se estava tudo bem. Escrevi diversas vezes o número, sem ter coragem o bastante para realizar a ligação. Disquei mais uma vez e liguei mesmo. Coloquei o aparelho ao ouvido e esperei que ele atendesse. Nada. Ok, se é assim que você quer. Resolvi tomar um banho quente e dormir, nada mais normal para uma sexta feira a noite. Deitei a cabeça no travesseiro, e sinceramente, eu tentei não chorar. Mas não consegui conter, e elas rolaram pelo meu rosto até que então eu dormi, cansada de tanto chorar. Era madrugada, e meu telefone tocou. Insistente, irritante, durante meu sono conturbado. Acordei meio grogue, mas rapidamente fiquei alerta, quando vi quem me telefonava. Era ele. Atendi, tentando ser indiferente.
- Alô?
- Oi ... Preciso dizer que te amo. - ah agora ele me ama?
- Onde você esteve o dia inteiro?
- Andei por aí, pensando na minha vida. - é, o problema é comigo mesmo
- E chegou a alguma conclusão? - tentei deixar minha voz estável, mas não tive sucesso algum, obviamente.
- Sim. Você pode vir até aqui? Precisamos conversar.
- Tudo bem, só vou vestir algo e logo vou.
Sim, agora meu mundo está prestes a terminar, agora minha vida, minha razão... Vai se esvair. Vai deixar de existir. Cheguei 15 minutos após a ligação, ele abriu a porta, um tanto hesitante.
- Então, o que você quer? - eu disse, novamente tentando demonstrar uma indiferença que não existia.
- Olha - ele segurou minhas mãos, e entrelaçou seus dedos nos meus - você sabe que eu te amo, não sabe?
- É... Acho que sei. Continue.
- Por mais que eu te ame, não podemos ficar juntos, isso não tem mais sentido. - senti-me gelada por dentro imediatamente, e isso nada tinha a ver com o frio que fazia nesta noite. Engoli a seco.
- E porque não tem sentido? Você mesmo não disse que me ama? - respirei fundo, tentando me manter controlada, já sentindo a histeria que viria em seguida.
- Eu te amo... Mas existe outra pessoa. - deixei escapar uma lágrima, e logo esfreguei a mão pelo rosto.
- Então você não me ama mais. - soltei minhas mãos das dele, com dificuldade, pois ele não queria me soltar de forma alguma.
- Sim, eu te amo.. Só que essa pessoa exerce uma atração incrível sobre mim, não posso resistir a isso, e não quero te ferir, mais do que já estou fazendo. - se ele tivesse batido em mim, teria doído muito menos.
- Tudo bem, é assim que você quer... Não posso fazer nada. - passei as mãos pelo pescoço, procurando a correntinha que ele havia me dado em nosso primeiro encontro. A tirei, e então a coloquei nas mãos dele, que se mostrou muito surpreso com meu gesto.
- Não, fica com ela, foi um presente.
- Não, eu não vou ficar. Dê o presente pra sua "pessoa que exerce atração incrível sobre você" - deixei meu despeito aparecer, e a acidez jorrar de minhas palavras, não me importava com mais nada. Ele começou argumentar comigo, mas logo o cortei. - NÃO, NÃO QUERO MAIS SABER. ME ESQUEÇA.
Saí quase correndo da casa dele, e ele veio atrás de mim. Eu continuava a dizer para ele me deixar, quando eu atravessava uma avenida um tanto movimentada, eu me virei pra pedir a ele que me deixasse de uma vez por todas, e foi quando aconteceu. Não lembro direito como foi, só vi duas luzes muito fortes vindo em minha direção. Eu olhei nos olhos dele mais uma vez, ele correu para mim, me abraçou com força, eu sussurrei a ele um último "eu te amo". Uma lágrima cintilou nos olhos dele, e então a luz chegou em definitivo. Para que nunca mais víssemos nada neste mundo.
- Alô?
- Oi ... Preciso dizer que te amo. - ah agora ele me ama?
- Onde você esteve o dia inteiro?
- Andei por aí, pensando na minha vida. - é, o problema é comigo mesmo
- E chegou a alguma conclusão? - tentei deixar minha voz estável, mas não tive sucesso algum, obviamente.
- Sim. Você pode vir até aqui? Precisamos conversar.
- Tudo bem, só vou vestir algo e logo vou.
Sim, agora meu mundo está prestes a terminar, agora minha vida, minha razão... Vai se esvair. Vai deixar de existir. Cheguei 15 minutos após a ligação, ele abriu a porta, um tanto hesitante.
- Então, o que você quer? - eu disse, novamente tentando demonstrar uma indiferença que não existia.
- Olha - ele segurou minhas mãos, e entrelaçou seus dedos nos meus - você sabe que eu te amo, não sabe?
- É... Acho que sei. Continue.
- Por mais que eu te ame, não podemos ficar juntos, isso não tem mais sentido. - senti-me gelada por dentro imediatamente, e isso nada tinha a ver com o frio que fazia nesta noite. Engoli a seco.
- E porque não tem sentido? Você mesmo não disse que me ama? - respirei fundo, tentando me manter controlada, já sentindo a histeria que viria em seguida.
- Eu te amo... Mas existe outra pessoa. - deixei escapar uma lágrima, e logo esfreguei a mão pelo rosto.
- Então você não me ama mais. - soltei minhas mãos das dele, com dificuldade, pois ele não queria me soltar de forma alguma.
- Sim, eu te amo.. Só que essa pessoa exerce uma atração incrível sobre mim, não posso resistir a isso, e não quero te ferir, mais do que já estou fazendo. - se ele tivesse batido em mim, teria doído muito menos.
- Tudo bem, é assim que você quer... Não posso fazer nada. - passei as mãos pelo pescoço, procurando a correntinha que ele havia me dado em nosso primeiro encontro. A tirei, e então a coloquei nas mãos dele, que se mostrou muito surpreso com meu gesto.
- Não, fica com ela, foi um presente.
- Não, eu não vou ficar. Dê o presente pra sua "pessoa que exerce atração incrível sobre você" - deixei meu despeito aparecer, e a acidez jorrar de minhas palavras, não me importava com mais nada. Ele começou argumentar comigo, mas logo o cortei. - NÃO, NÃO QUERO MAIS SABER. ME ESQUEÇA.
Saí quase correndo da casa dele, e ele veio atrás de mim. Eu continuava a dizer para ele me deixar, quando eu atravessava uma avenida um tanto movimentada, eu me virei pra pedir a ele que me deixasse de uma vez por todas, e foi quando aconteceu. Não lembro direito como foi, só vi duas luzes muito fortes vindo em minha direção. Eu olhei nos olhos dele mais uma vez, ele correu para mim, me abraçou com força, eu sussurrei a ele um último "eu te amo". Uma lágrima cintilou nos olhos dele, e então a luz chegou em definitivo. Para que nunca mais víssemos nada neste mundo.
quinta-feira, 1 de julho de 2010
Só ...
- Não vá embora.. - eu disse, esperando pela dor.
Ele me olhou e logo desviou o olhar. Seu olhar se prendeu às nossas mãos, ainda entrelaçadas. Ele beijou a aliança que eu usava, a que ele mesmo tinha colocado em meu dedo, em alguma ocasião, há muito tempo.
- Nunca, está me ouvindo? Eu nunca vou te deixar... Nem vou deixar de te amar. - ele voltou a fitar meus olhos, e sorriu como eu não o via sorrir há vários dias. Senti a umidade em meu rosto transbordar.
- Promete? - consegui indagar em uma voz fraca.
- Vou deixar de te amar, no dia em que o sol deixar de nascer. - meu coração parou, e eu precisei lutar com meus pensamentos e colocar minha respiração como prioridade. Assim que consegui respirar novamente, envolvi meus braços ao redor de seu corpo e repousei minha cabeça sobre seu peito, ele também me abraçou e afagou meu cabelo.
- Nosso amor é pra sempre, minha pequena. - e, sussurrando ao meu ouvido, ele repetiu - pra sempre.
Ele me olhou e logo desviou o olhar. Seu olhar se prendeu às nossas mãos, ainda entrelaçadas. Ele beijou a aliança que eu usava, a que ele mesmo tinha colocado em meu dedo, em alguma ocasião, há muito tempo.
- Nunca, está me ouvindo? Eu nunca vou te deixar... Nem vou deixar de te amar. - ele voltou a fitar meus olhos, e sorriu como eu não o via sorrir há vários dias. Senti a umidade em meu rosto transbordar.
- Promete? - consegui indagar em uma voz fraca.
- Vou deixar de te amar, no dia em que o sol deixar de nascer. - meu coração parou, e eu precisei lutar com meus pensamentos e colocar minha respiração como prioridade. Assim que consegui respirar novamente, envolvi meus braços ao redor de seu corpo e repousei minha cabeça sobre seu peito, ele também me abraçou e afagou meu cabelo.
- Nosso amor é pra sempre, minha pequena. - e, sussurrando ao meu ouvido, ele repetiu - pra sempre.
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